domingo, 28 de junho de 2009
NOVA CASA
Agora criei um blog na wordpress. Então lá que a partir de agora, começarei a escrever minhas ideias.
Aguardo o comentário daquele que me lê.
Namastê!
quarta-feira, 24 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
TEXTO SOBRE A DECISÃO DO STF DE JOGAR NO LIXO O DIPLOMA DOS JORNALISTAS DO NOSSO PAÍS
"As tendências também existem em qualquer lugar do mundo. Ela é fruto do capitalismo. E o que muitas pessoas não entendem, é que o jornalista é um empregado como qualquer outro e há, em cima dele, um empregador, que possui interesses financeiros, pessoais e políticos. Em qualquer país ou cidade, há, no mínimo dois jornais, e, acredite, cada um deles segue tendências opostas e interesses pessoais."
domingo, 10 de maio de 2009
COMO GAÚCHO COM A SUA BOMBACHAS
Eu fiquei apavorado e me dirige a minha mãe dizendo que me enviaram uma declaração de amor. Minha mãe perguntou-me quem tinha enviado as mensagens e eu disse que quem assinou as mesmas foi um tal de Paulão. Minha mãe acompanhada de meu padrasto, riu sem parar. Achando tudo aquilo uma maravilha. Uma celebração de Ano Novo.
Eu como disse anteriormente, fiquei apavorado e não sabendo o que fazer.
No outro dia resolvi ligar para o tal do número do Paulão. Liguei. Chamou uma vez. Na segunda chamada atenderam. Perguntei quem era que falava. Era Paulão. Tinha voz grossa. Como de um narrador de Barretos diante daquele público eufórico pela emoção em ver o peão em cima do boi, do touro ou do cavalo. Onde o peão tenta com toda as forças nos punhos, dominar o animal. Fiquei como um dos animais, dominado não pelas mãos, mas pelas cordas vocais daquele hombre.
O mais interessante desse fato, é que era brincadeira dum amigo que estudava comigo e que fazia musculação na Academia Bella Forma, no centro de Porto Alegre.
Fiquei sabendo que era ele quem tinha aprontado essa brincadeira comigo, quando ele já tinha mandado não apenas uma mensagem, mas várias, durante uma semana. Com carinho e tudo. Na aula que era o mais engraçado, enquanto eu prestava atenção nas explicações do professor, ele com o celular debaixo de umas de suas pernas, enviava as mensagens. Nas mensagens dizia que estaria me esperando na frente da escola para me dar um beijo de boa noite.
Sofri todas as consequências de uma possividade doentia de uma pessoa pela outra. Em todos os lugares que ia, suspeitava de até quem não me conhecia, pois o modo como ele fez essa brincadeira, sem eu suspeitar de nada, foi incrível. Ganhou o Oscar do pega Bobo.
Aprendi com essa brincadeira. Sofri com essa manipulação. Vi como as pessoas não o levam a sério em situações como essa. Mesmo tu sendo franco. Como gaúcho com a sua bombachas. Onde uma pessoa envia mensagens que está apaixonado por ti, que quer te ver, se eu não respondê-la, arrebentará sua cara. Sim, recebi ameaças na esperta brincadeira de amigo, Rodrigo.
Felicidade seria se brincadeira como essa, fosse somente brincadeira.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
MEMÓRIA
Marcos Seiter
Minha memória revira o passado.
Ela exerce a função do retrato falado.
Desenha em momentos
em momentos
minhas pegadas deixadas para trás
nas minhas caminhadas.
Tatua o que deixei de lado.
Marca ainda mais meus passos vividos.
domingo, 3 de maio de 2009
VIDAS SECAS

sábado, 2 de maio de 2009
CARTA PARA MEU VÔ
sexta-feira, 1 de maio de 2009
ESTOU DE ANIVERSÁRIO
Marcos Seiter

Estou num cantinho de mundo:
Sobre os olhares mais leves e profundos.
Sobre a água mais suja e mais limpa.
Onde cai em minha pele a chuva de poluentes.
Onde tinge a minha pele a terra fétida do descaso.
Onde transpiro o meu suor imundo.
Onde respiro o ar mais podre do meu desafeto.
Não sou poeta!
Sou um humano qualquer.
Acabo de fazer aniversário.
- Bem-vindo, Marcos!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
PORÃO DO BECO
Marcos Seiter

A querida Jana, descreveu um pouco como foi a noite do dia 26/04/09 em Porto Alegre.
Confira aqui.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
POEMAS RECORTADOS POR MIM DA ZH- IV
Inoema Nunes Jahnke
Lápis e papel
Pincelam meus pensamentos
O lápis beija o papel
Como um favo de mel
No papel fica impresso





